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COMO CRIAR FILHOS FELIZES?

Aquele bate papo que vale a pena!

Um desejo comum a toda mãe: que seus filhos sejam felizes!  Independente das condições, um filho ser feliz significa muito, senão tudo, para nós!

E foi esse o tema que o Grupo M.Ã.E. propôs no ultimo encontro, que aconteceu no Shopping Piracicaba, no sábado, dia 25/11.

Com convidadas, Mara Ferraz, Helo Orsolini e Thieli Martinelli, e parceiras pra lá de queridas, o bate papo foi de emocionar e muito inspirador.

Algumas mães empreendedoras estavam lá expondo seu trabalho, como a Fruty Delivery, Massoca, Patricia biju(?) Ju penteado, ………

Fiquei encantada com as histórias de vida das convidadas, me identifiquei infinitas vezes e me emocionei outras infinitas, todo esse papo fez com que eu refletisse muitas atitudes, decisões e hábitos que venho construindo desde que me tornei mãe! Me doo muito, algumas vezes, além do que eu poderia e suportaria. Mas é incrível como a maternidade nos dá força, nos dá coragem e nos torna tão guerreira.

Tirei lições maravilhosas, como ” Você tem que fazer algo que gosta, que ama, mesmo que por 20 minutos, e com certeza as outras atividades ficarão muito mais leves!” – Sim, a frase é comum, e muitas podem achar bobagem, mas eu PRECISAVA ouví-la, e ela ecoou na minha cabeça o final de semana todo.

Entrando um pouquinho na minha história, quem me acompanha a algum tempo sabe da minha paixão pelos cavalos, é um amor que aperta meu coração e o deixa pequeno de tanta saudade, e desde que engravidei do João, não tinha montado mais, semana passada que fui visitar meu treinador despretensiosa, e ele me deixou dar uma voltinha, mas nada além. Mas cada vez que chego perto dos cavalos, vejo a imensa falta que eles me fazem, eu passei a vida fazendo isso, faz parte de mim. E ouvir, de outras mães, que eu não preciso me culpar, nem me sacrificar dessa forma, parece bobo, mas é libertador. Já passei o final de semana pensando em como vou retomar isso, que sempre me encheu de vida e felicidade.

Outro momento que me marcou muito foi quando perguntei a Mara sobre como ela lidou com a dor, dela e a dor dos filhos – que muitas vezes dói mais que a nossa própria – , quando seu marido faleceu. Aprender a seguir em frente nem sempre é fácil, mas dar o exemplo de sentar e esperar a vida passar não foi uma opção, o chacoalhão veio quando seu filho disse que se ela não precisava levantar e trabalhar, ele também não precisava! Isso me mostrou, mais uma vez, o quanto nossas atitudes e hábitos refletem nos nossos pequenos, e reforça a ideia de que se vivemos uma vida leve e feliz, as chances dos filhos seguirem os mesmos caminhos, são imensas.

 

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